segunda-feira, 16 de março de 2009


Mulher! Nunca percebi muito bem o porquê dos teus números ímpares, se o teu nome é par.Tudo em ti é impar. Único e indivisível. De duas belas e sublimes flores que te entreguei escolheste apenas uma. Um Malmequer. Começaste o jogo cândido de o desfolhar na minha frente. Mal me quer. Bem me quer. Mal me quer.Eu sorvia cada uma das tuas palavras tornadas pétalas.Expectante pelo teu desfecho.Aliás o meu desfecho em ti. Mas tu não me permitiste entender.Mal me quer foi, certamente, a última das pétalas que arrancaste.Eu fui, sem dúvida, a última pétala que arrebataste.(João Cordeiro)

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